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segunda-feira, 23 de março de 2015

Impressões do livro A Playlist de Hayden - Michelle Falkoff

E aí,  tudo bem com vocês? As aulas começaram, já faz um bom tempo aliás, mas não custa nada dizer isso. Ainda estou em uma fase de mudanças e transição entre o ensino fundamental e o médio (quem dera que fosse a mesma coisa).


E hoje estou aqui para falar um pouco em relação a A Playlist de Hayden da Michelle Falkoff. Livro esse que nunca soube da existência até a prévia, de oito capítulos, chegar em minhas mãos diretamente dos correios. Mas só a capa, muito linda aliás, já me deixou curioso para saber do que se trata a história. 

Sam é aquele cliche adolescente magrelo que não se encaixa em grupo algum na "sociedade". E que tem como único amigo Hayden, um garoto como ele, que não se encaixa, joga jogos online e que curte Star Wars (!), entre outras coisas que eu também gosto, só para constar. 

Logo que iniciamos a história, descobrimos que Hayden está morto, suicídio, logo após uma festa e uma discussão com seu melhor amigo, Sam. Hayden,  antes de matar-se,  deixa um pen drive e um pequeno bilhete ao amigo: Para Sam. Ouça. Você vai entender. Sentindo se culpado pela morte do amigo, mesmo ainda não encontrando um motivo para o mesmo ter se matado, Sam agora terá que suportar essa culpa enquanto tenta continuar sua vida normalmente após a perda.

O conteúdo do pendrive é uma playlist de Hayden para Sam, com músicas que Sam nunca viu o amigo escutando e que pode lhe mostrar o caminho da descoberta do por que do suicídio. 

As coisas começam a ficar confusas quando conhece Astrid, uma outra amiga de Hayden, que parece ter os mesmos gostos que ele, e por quem começa a sentir uma atração. E não só conhecer uma  amiga de seu melhor amigo que nunca soube da existência, ele começa a ser perseguido por um usuário do jogo Mage Warfare intitulado de Arquimago_Ged, nome baseado no personagem favorito de Hayden de um livro. Não só a incrível coincidência pelos nomes, o usuário é alguém com os mesmos traços de Hayden, o jeito de falar e de conversar com Sam.

Após seu "trauma" com a primeira conversa com  Arquimago_Ged , Sam decide voltar ao jogo, quando é novamente pertubado pelo usuário. Mas dessa vez as coisas mudam, a música da playlist volta a tocar, mas dessa vez não para. É quando Sam se vê pessoalmente com Arquimago_Ged, que logo depois desaparece, em seu quarto. E é aí que os oito capítulos acabam e a dúvida sobre o que realmente aconteceu naquele quarto toma conta.

As músicas da playlist distribuídas em capítulos foi algo que deixou o livro com um toque mais "legal". Sem contar a capa, que deve ser mais linda na forma do livro completo. E  a narrativa simples, mas sem fácil de ser compreendida da autora, também deixou o livro melhor. 

A Playlist de Hayden é o primeiro livro da Michelle Falkoff.  Espero estar em breve fazendo uma resenha sobre o livro completo. 
Até mais.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Impressões do livro A Mais Pura Verdade - Dan Gemeinhart

TÍTULO: A MAIS PURA VERDADE
AUTOR:  DAN GEMEINHART
EDITORA: NOVO CONCEITO EDITORA
PÁGINAS: 224


SINOPSE: A Mais Pura Verdade - Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.
Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça.
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.


A Editora Novo Conceito é formada em destruir corações dos leitores, assim como os autores publicados pela mesma. E com as primeiras 95 folha de A Mais Pura Verdade não foi diferente. Mesmo sendo apenas 95 folhas!

95 folhas essas que são simplesmente perfeitas. Tanto pela narrativa do autor, quanto pela diagramação - provando que a versão completa deve estar linda. 

A história centra em Mark, um garoto de 12 anos que sofre de uma doença grave a certo tempo, iimpossibilitando-o de fazer coisas normais na vida de uma criança,  como brincar e ir a escola. 

De início, uma clichê história de câncer. 

Mas as coisas mudam quando Mark descobre que sua doença se agravará e decide fugir de casa - eu não faria isso - em direção ao Monte Rainier, para realizar seu sonho, escalar o mesmo.

Aparentemente a única pessoa que sabe é sua melhor amiga desde sempre Jessie. E é envolvendo ela que existe uma das melhores frases dessas 95 páginas:

Como ajudar quando ajudar e ferir são a mesma coisa?

E o fiel amigo de Mark nessa aventura é Beau, seu cachorro que o acompanha em todos os momentos difíceis de Mark nessas primeiras páginas. 

E o que mais chamou minha atenção nesse livro foi a narrativa de Dan e o jeito que os capítulos foram divididos (um capítulo é narrado sobre o ponto de vista de Mark e o seguido focado na família e na amiga de Mark, sempre chamado de Capítulo 1 1/2 e assim vai indo). A narrativa de Dan é muito legal, nos faz sentir como se nós fossemos Mark, seguindo ao seu lado, por cada parte de sua aventura. 

E seria tolice minha se disesse que o design não é perfeito. Na verdade, é muito mais do que perfeita. Tons azuis fantásticos, detalhes que contam um pouco da história do livro.



E o que eu necessito do momento? Do livro completo, para saber o que acontece depois daquela cena, daquela fala. Será que o Mark vai conseguir chegar ao Monte Rainier? Não sei.

Espero que tenham gostado, abaixam os meus quotes favoritos. 

"Mesmo a muitos quilômetros de distância, um amigo ainda pode segurar sua mão e estar ao seu lado."

"Isto é uma coisa que não entendo: por que desistir sempre parece bom até que você o faça."



sábado, 28 de dezembro de 2013

Resenha o Dom (Bruxos e Bruxas - vol. 2)


O Dom

TITULO: O DOM - VOL. 2 BRUXOS E BRUXAS
AUTOR: JAMES PATTERSON E NED RUST
PÁGINAS: 288
EDITORA: NOVO CONCEITO

SINOPSE:
Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.

OPINIÃO: Comparado ao primeiro livro, O Dom não é lá essas coisas. Mas não irei começar o post falando mal, afinal o livro não foi nada ruim, apenas parecia estar faltando algo que teve no primeiro, já no segundo...

No final do primeiro livro eu fiquei um pouco confuso, o epílogo não tinha nada a ver com o último capítulo. Mas quando eu comecei a ler o segundo tudo se "iluminou". Acontecia que, antes do acontecimento do primeiro livro, acontecia várias outras coisas que o fizeram ir para o acontecimento final.

O livro vai continuar narrando a saga de Wisty e Whit Allgood, irmãos que estão na mira da N.O, Nova Ordem, um novo "partido" que esta tomando conta do mundo. E agora que O Único que é o Único tem os dons de água, terra e ar ele tenta pegar o dom de Wisty, o fogo. 

Nesse livro, que é todo narrado por Whit e Wisty, eles perdem uma grande amiga e descobrem que Célia, namorada de Whit, virou um meia luz, eu acho que é isso. O romance mais uma vez toma conta da série, dessa vez com Wisty e o baterista de uma banda, o Erick, eu acho que esse é o nome dele. 

Acontecem muitas coisas que você ri, que dá vontade de esbofetear o livro, mas tudo culmina em um final eletrizante que te deixa com vontade de ler o terceiro, infelizmente não postado aqui no Brasil ainda.

A nota que ele recebeu no skoob foi 5 estrelinhas.

sábado, 13 de julho de 2013

Resenha: Bruxos e Bruxas

Olá, como vão?

Hoje estou aqui para falar de Bruxos e Bruxas de James Patterson.
Mais da metade dos que lerão não gostaram, e eu não estou nesse metade.
O livro é muito bom, vocês tem que ler.




No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit, e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menor de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda esta por vir, por que O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós.

O livro é magnifico, simplesmente magnifico. Apesar de ter algumas coisas meio que, como posso dizer: idiotas como: a garota brilha(logo me lembrei da horrorosa Saga Crepúsculo - nada contra.). Tive que me conter em algumas partes do livro para não dar risada, como quando Harry Potter é citado: "Harry Podre e a Ordem dos Idiotas, Harry Potter e a Ordem da Fênix para quem não sabe. Outros livos também são citados como: O Rebatador nos Campos de Trigo, Edragão, O Ladrão da Trovões, e todos esses foram banidos pelo "O Único que Bane Livros".

Você pode até pensar que o livro é idiota, eu nem cheguei a pensar nisso antes de comprar, apesar dos capítulos serem pequenos(começa na 41 e acaba na 42, as vezes em uma página só) você não conseguira não terminar o livro, e largo também(pelo menos isso aconteceu comigo). E creio que isso não aconteceu só por que eu gosto de livros que contem histórias bruxos e tals, tenho certeza, mentira, eu quis ler o livro só por que contava história de bruxos.

Lendo algumas resenhas, depois de ler o livro, vi que mais da metade, 90%, dos que leram os livros não gostaram. Não vi uma resenha, se quer uma, que tenham gostado, apenas uma, ou duas.

Senti uma inveja quando vi aqueles leitores que tem parceria com a Novo Conceito e ganhou um kit com uma baqueta, um bloquinho e o livro, mas foi só pela baqueta e o livro mesmo.

Dei cinco estrelinhas para o livro no Skoob e favoritei.

Espero que tenham gostado.
Até mais!